Na presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, os líderes americanos e europeus confirmaram o seu apoio a Kiev, em particular, com a promessa de ajuda militar concreta.
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.
Um encontro aparentemente pacífico entre Volodymyr Zelensky e Donald Trump. Sem injúrias, sem protestos, quase sorrisos. Em Ancara (Turquia), na cimeira da NATO, o presidente ucraniano esperava o apoio americano, Donald Trump comprometeu-se a ajudá-lo militarmente: “Temos mísseis Patriot.
A Ucrânia necessita urgentemente de mísseis Patriot fabricados nos EUA e já os pede há muito tempo. Kyiv não tem o suficiente para impedir os ataques russos. Quando Moscovo lança os seus mísseis balísticos, a defesa antiaérea ucraniana é ineficaz, como em Kharkiv ou Kiev, onde áreas residenciais são sistematicamente atacadas.
Em Ancara, os europeus também reafirmaram os seus compromissos, primeiro Emmanuel Macron. Em cinco dias em Paris, outros anúncios serão feitos: «No dia 13 de julho, em Paris, a coligação dos dispostos reunir-se-á novamente. Esta será uma oportunidade, na luta contra a frota fantasma, em novas iniciativas de capacidade, na mobilização da nossa indústria em apoio à Ucrânia, para fazer anúncios adicionais e também para programar exercícios em conjunto.»
Como soldados ucranianos e franceses treinando juntos perto da linha de frente. A coligação dos dispostos poderia fortalecer as formações conjuntas e fornecer mais armas à Ucrânia.